Portal LesteMais
Página Inicial Seguir no Twitter Facebook Fale Conosco [E-mail]
Início Twitter Facebook MSN Online Contato
Itabira - MG
20/5/2013
  • NOTÍCIAS
    • Artigos
    • Culinária
    • Cultura
    • Diversão
    • Esporte
    • Geral
    • Jornais
    • Polícia
    • Política
    • Região
    • Saúde
  • COLUNISTAS
    • Alexandre Braga
    • Carlos Bentub
    • Darliéte Araújo Martins
    • Eugênia Soares
    • Heitor Reis
    • José Amaral
    • Marinete Nunes
    • Mauro Moura
    • Nivaldo Ferreira
    • Nuno Rebocho
    • Paiva Netto
    • Ricardo Matos
    • Toninho Aribati
    • Veladimir Romano
  • SERVIÇOS
    • Vagas de emprego
    • Dicionário Online
    • Telefones Úteis
    • Placar Esportivo
    • Atualize seu Navegador
 PESQUISA
Correcção duma Sociedade máscula de Via única
/publicado em 8/3/2012 15:33:27 
Correcção duma Sociedade máscula de Via única

  Por António Justo
      Tweet A+ /  A-
As mulheres são, também socialmente, mais macias que o homem. Este é mais arisco e por isso consegue levar, melhor, a brasa à sua sardinha.

Há uma centena de anos o movimento internacional das mulheres luta por direitos iguais, por iguais oportunidades e pelo mesmo salário que os homens.

Ideal e realidade continuam a afirmar-se na divergência; para se contrapor esta tendência muitos chegam à conclusão de se introduzir um tratamento especial para a mulher em questões laborais e para tal introduzir por lei quotas de mulheres em lugares relevantes.

A União Europeia está a pensar numa iniciativa legislativa que pretende introduzir na Europa a quota de mulheres. Na Alemanha o partido SPD já reagiu com um projecto de lei que pretende até 2015 atingir 40% de mulheres em conselhos de supervisão e membros de directorias de empresas. Este plano divide os ânimos da nação. O governo é de opinião que haja uma quota flexível que empresas e indústria se autodeterminem. Na realidade, segundo a OECDE, na Alemanha apenas 4% de mulheres ocupam posições de directoria e a nível europeu 10%. Também, segundo o relatório da OECDE, as mulheres alemãs ganham menos 22% que os homens.

Naturalmente, numa sociedade masculina, a introdução duma quota é discriminadora pois coloca no cimo da carreira mulheres devido à quota e não tão sujeitas às leis masculinas mercantis da concorrência. Numa meritocracia isto pressupõe um factor contra. Talvez este factor implique já um elemento de sensibilidade feminina a querer mitigar uma sociedade que fede a suor de homem.

Muitas vezes as mulheres aceitam, na entrevista para emprego, condições que homens não aceitam. Enquanto uma mulher quer ser amada o homem quer ser respeitado.

A maior inteligência emocional das mulheres revela-se, por vezes, prejudicial numa sociedade máscula porque se orientam mais por critérios humanistas e não apenas pelo lucro da firma, o que constitui um obstáculo ao currículo. Os homens sobem até mais alto na escada da carreira porque não sofrem de vertigens ao interessarem-se mais pelo sucesso da firma do que pelo sucesso dos trabalhadores. O pensar masculino tem em conta o próprio interesse e este é premiado pela firma e não pelos empregados.

Segundo estudos feitos na Alemanha, a mulher despede empregados dois anos mais tarde do que o fariam homens e isto incomoda os accionistas das firmas. As firmas querem pessoas de temperamento forte e assertivo com cotovelos robustas para afastar o que não lhe passe no goto. Mais justiça para a mulher significaria, num primeiro momento, que por lei auferissem pagamento igual ao dos homens pelo mesmo trabalho houvesse maior protecção para o trabalho e saúde.

Importante é que a mulher assuma maior responsabilidade social sem ter de abdicar do seu caracter feminino em favor duma sociedade totalmente masculina. A sociedade máscula tem muitos aspectos problemáticos porque afirma quase exclusivamente as qualidades masculinas em detrimento das qualidades femininas. O pensar e o agir do homem é mais selectivo e para chegar além não olha a quem. O pensar da mulher é mais colegial, pessoal mas não tão individualista; o instinto maternal mitiga o egoísmo.
Resumindo o dito e o por dizer: O dia da mulher é uma boa oportunidade para se começar a elaborar uma sociedade com base na complementaridade de masculinidade e feminidade. Por vezes faz doer constatar-se movimentos reivindicativos femininos que fomentam a masculinidade da nossa sociedade ou exigem um currículo para a mulher ditado pela sociedade máscula que obriga a mulher a ter de se comportar como o homem para ter alguma oportunidade neste tipo de sociedade de via única. Seria doentio se a sociedade fizesse das mulheres viragos e dos homens afeminados.

Torna-se uma missão nobre para homens e para mulheres, construir uma sociedade diferente; uma sociedade um pouco mais feminina e um pouco menos masculina. Vai sendo tempo de se juntar e equilibrar o princípio masculino da selecção natural ao princípio feminino natural da colaboração. Isto sem apoiar a moda em via: transformação de mulheres em viragos e de homens em afeminados.

António da Cunha Duarte Justo
Antoniocunhajustogooglemail.com
www.antonio-justo.eu


COMPARTILHE TAMBÉM 
223

 
Notícias Colunistas Serviços Midia Kit Fale Conosco Expediente
2006-2013  -  LesteMais  -  Todos os direitos reservados.

/últimas
24/5/2013 09:32:00
Promoção Fã de Carteirinha do Munhoz e Mariano
20/5/2013 14:15:55
Novidades para a 16ª Cavalgada de Itabira
20/5/2013 13:31:39
Droga avança no Brasil e “CVV do crack” recebe 33 ligações por dia
20/5/2013 13:26:19
Programa do Governo de Minas contempla mais de 5 mil servidores municipais
20/5/2013 13:22:08
Brasil e seus mistérios: quem matou PC Farias?
20/5/2013 13:21:02
Luthier na indústria
20/5/2013 13:20:02
Campanha de Saúde: Pedaços da Vida
20/5/2013 13:15:10
Diego Tardelli publica foto ao lado de Jô e Ronaldinho: 'Os nego véio!!!'