Portal LesteMais
Página Inicial Seguir no Twitter Facebook Fale Conosco [E-mail]
Início Twitter Facebook MSN Online Contato
Itabira - MG
21/5/2013
  • NOTÍCIAS
    • Artigos
    • Culinária
    • Cultura
    • Diversão
    • Esporte
    • Geral
    • Jornais
    • Polícia
    • Política
    • Região
    • Saúde
  • COLUNISTAS
    • Alexandre Braga
    • Carlos Bentub
    • Darliéte Araújo Martins
    • Eugênia Soares
    • Heitor Reis
    • José Amaral
    • Marinete Nunes
    • Mauro Moura
    • Nivaldo Ferreira
    • Nuno Rebocho
    • Paiva Netto
    • Ricardo Matos
    • Toninho Aribati
    • Veladimir Romano
  • SERVIÇOS
    • Vagas de emprego
    • Dicionário Online
    • Telefones Úteis
    • Placar Esportivo
    • Atualize seu Navegador
 PESQUISA
O poder pelo poder, não dissemina
/publicado em 3/9/2008 07:26:22 
O poder pelo poder, não dissemina

      Tweet A+ /  A-
Por Toninho Aribati

“Lideres não criam seguidores, criam mais lideres. Um numero de lideres antiquados medem a sua influencia pelo numero de seguidores que se diz ter. Mas os maiores lideres são os que não tem seguidores. É só pensar em Martin Luther King Jr. Ou Nelson Mandela. Eles procuravam mais lideres, para que pudessem transmitir-lhes o poder de descobrir e criar os seus próprios destinos.”

Se voltarmos ao inicio da nossa civilização humana, nos primórdios da historia, que nos servirá de modelo.
Chamamos essa sociedade pelo nome de “ugh-ugh” um som que aprendemos pelas historias em quadrinhos e pelo cinema, a identificar com homens muito primitivos.

Nos primeiros tempos de ugh-ugh, os homens não se distinguiam muito dos animais, pois a sua tecnologia era extremamente precária. Contudo, a inteligência, o uso da palavra e das mãos e outras vantagens biológicas, já marcavam ugh-ugh como uma forma de coletividade muito diferente de um grupo de macacos superiores. Com o correr do tempo e a chegada de avanços tecnológicos, serem apenas o mais forte individualmente falando passou a não bastar, pois se um outro considerado também forte tiver a capacidade de formar um grupo ou uma organização de pessoas, se tornaria mais forte. Um bom exemplo a criação do Estado, com suas instituições, baseado no Estado e nas suas instituições criaram as corporações publicas e as privados.

Aminha reflexão do momento são as formas de atuação de um líder, no sentido da sua plasticidade a sua visão de mundo, e, o seu verdadeiro papel.

Nesse caso a função do líder passa ser: administrar buscar informações para possíveis mudanças, trabalhar as diferenças, estabelecer treinamento para um melhor aprimoramento das funções produtivas, criando estratégias para um melhor preparo e desempenho humano no objetivo de obter mais produtividade e conseqüentemente mais lucratividade, para ser investido no social na distribuição de renda possibilitando uma outra realidade, senão uma melhor aplicação do dinheiro publico, na melhoria da prestação de serviços: À saúde, à educação, à segurança e moradia de forma mais digna aos mais carentes, compartilhando todo o desenvolvimento as pessoas usuários desses serviços e outros no equilíbrio de toda sociedade, na obrigação e dever dos municípios e estado. Como sugestão: por que não usar os mesmos critérios de rapidez, que por eles são usados ao cobrar de nos os tributos com o mesmo peso e medida, cobrado por eles mesmos aos setores privados, esse é o grande desejo.

Com esse modelo os grandes líderes conseguem liderar autarquias publicas e privadas, impondo uma melhor forma diferente dessas que constantemente presenciamos, do que induzirem “as pessoas se vêem nas mercadorias, encontram sua alma em seu automóvel, no aparelho de som, na TV colorida, na marca da camiseta ou a calça que usam”...

“É no cotidiano que se dá a reprodução da sociedade capitalista.” Desse cotidiano fazem parte dois elementos básicos para que essa reprodução aconteça; a alienação feita através do espírito de liderança, influenciando as pessoas ao consumo de indiferentes produtos e novas idéias numa visão individualista.
Nisso esta contida a influência gerada pelas grandes corporações. O pensamento Dulkheiano tem sido usado para fundamentar as idéias conservadoras da sociedade, isto é, aquelas que defendem a manutenção da ordem social, tal como é posta pelo capitalismo e o neoliberalismo que caminham nessa direção.

Assim, o pensamento de Dulkheim tem sido interpretado em concordância com as idéias liberais que coloca o ser humano como um ser funcional e consumidor contrariando a essência moral, ética, a honra sentimento sublime de honradez ao comportamento de ser.


Toninho Aribati
é autor dos livros
“Por Ti e Um Temporal de Poesias”
(Salão Nacional de Poesias Coletânea – Psiu Poético).
Acesse: www.aribati.com.br


COMPARTILHE TAMBÉM 
329

 
Notícias Colunistas Serviços Midia Kit Fale Conosco Expediente
2006-2013  -  LesteMais  -  Todos os direitos reservados.

/últimas
24/5/2013 09:32:00
Promoção Fã de Carteirinha do Munhoz e Mariano
20/5/2013 17:10:46
Comunicado: Processo Seletivo Médico de Saúde da Família
20/5/2013 16:58:51
Blitz educativa orienta consumidores sobre cuidado com alimentos
20/5/2013 16:58:22
Semana do Meio Ambiente será comemorada em São Gonçalo
20/5/2013 14:15:55
Novidades para a 16ª Cavalgada de Itabira
20/5/2013 13:31:39
Droga avança no Brasil e “CVV do crack” recebe 33 ligações por dia
20/5/2013 13:26:19
Programa do Governo de Minas contempla mais de 5 mil servidores municipais
20/5/2013 13:22:08
Brasil e seus mistérios: quem matou PC Farias?