Por Eugenia Soares
“Os senadores usaram mais de R$ 2,2 milhões de verba indenizatória nos três primeiros meses de 2009. Esse número exclui os gastos de 21 parlamentares ainda não publicados no site do Senado. O dinheiro deve ser usado exclusivamente para despesas relacionadas ao exercício do mandato.”
Povo nas ruas! Abaixo a essa patifaria! Hasteamos bandeiras por uma limpeza ética no senado e na câmara. Temos que fazer um movimento social tal qual na época das Diretas Já e arrancar do poder esse bando de usurpadores da coisa alheia. Nós, povo, temos o poder nas mãos, mas infelizmente o passamos a pessoas que sequer sabem o significado. Temos a obrigação e o dever cívico de fechar o Congresso Nacional, fazer a expurgação e depois reabri-lo se for para o bem da nação. Precisamos de uma casa onde a ordem e a moral a ética e o caráter deveriam ser o cerne de uma sociedade coesa. Mas o que temos? Homens, não são homens, são figuras intituladas de ‘parlamentar’. Eles não foram eleitos para legislar em causa própria.
É simplesmente incrível a discussão e preocupação desses homens que não tem compostura. Assunto como saúde, educação entre outros, que seria o princípio básico, de uma sociedade mais homogênea, na questão do uso dos recursos para o seu crescimento, não parece ser o interesse maior. Pensar em nosso interesse é fácil, mais no interesse comum de uma sociedade, que tem um potencial enorme em mãos é algo nada atraente a esses "grandes homens do poder". A sociedade calada torna a vontade de qualquer um, em prioridade.
Hoje, eu comparo a república como uma oligarquia, Czares, Fidalgos e os Vassalos. Nós não temos vez e nem mesmo voz, pois, todo esse dinheiro gasto deveria ser empregado em projeto de maior vulto para uma sociedade, já cansada de ser aniquilada em nome de um poder. Os políticos têm Muitos Privilégios, tais como: auxilio a moradia, vestuário, transportes, nutrição, plano de saúde, remédios, lupanar, pango e tantos outros penduricalhos que até parecem os nobres da revolução francesa.
As cidades do interior estão na maior míngua e os Czares alardeiam aos quatros ventos que não tem verba. Não tem? È parábola. Somos apenas figurantes no palco da vida pública, somos meros zumbis, povo contrabandeados em prol de coiotes famélicos.
Fica aqui registrado meu apelo por um grito de socorro para uma melhoria no país.
Que Deus ilumine este povo nas eleições de 2010.
Eugenia Soares
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